Arquivo mensal: janeiro 2011

Vida digital

Alguns ainda me perguntam: Maick, pra que tu usas o iPad? Uso para muitas funções, desde fazer anotações das aulas (não precisando levar o notebook, mais pesado, para a universidade), ler feeds dos blogs que acompanho, entrar nas redes sociais, etc. Fora toda a gama de possibilidades que a App Store pode oferecer, uso também o iPad para ler e-mails, jornais, revistas, livros, comics e afins. Abaixo segue algumas imagens do uso do iPad.

Essa é a tela do app Kindle (uso esse app pela ENORME quantidade de títulos disponíveis na Amazon) do livro, “How to make money with social media”. Um app que permite guardar vários títulos (por isso escolhi um iPad de 64Gb), marcar a página a qual estou lendo, avançar, retroceder como se estivesse lendo um livro normal. Sem contar que, sendo um livro em inglês, ao fazer o login na conta da Amazon, você já baixa um dicionário que fica integrado ao app. Quando você tem dúvidas sobre o significado da palavra, é só clicar em cima dela, segurar por um tempo, que a tradução aparece na parte de baixo do aplicativo. GENIAL! Lógico que para isso é necesário que estejas conectado à internet.

Essa é a tela da Revista Veja pelo Ipad. Um app excelente. Um dos melhores app’s que já vi. A Revista Veja é paga, em torno de US$5,00 por edição, mas você pode ser assinante da versão digital para iPad. É muito legal ver a interatividade da revista no iPad, infográficos, vídeos, anúncios animados e muito mais. Um detalhe que falta para a Veja é integrar os já assinantes da revista impressa, para serem assinantes da revista digital, ou poder optar, deixar de ser assinante da revista impressa e passar a ser assinante da revista digital. Outra coisa, não sei se funciona ou se já pensaram nisso: quando existir uma nova edição disponível, o app informar o usuário da existência dessa nova edição para ser baixada. No mais, gosto muito da revista Veja no iPad.

Um dos usos mais espetaculares do iPad é poder ler comics. SIM, gibis! A Marvel e a Dc Comics tem app próprios e exclusivos para você baixar (comprar) os seus comics favoritos. Essa é a tela do app da Marvel com o comic dos X-Men aberto. O mais legal é que os comics estão ordenados por edição e você pode começar a ler a história desde quando ela foi lançada. Tem edições de “1900 e lá vai cacetada”. Isso é muito legal, poder acompanhar, ou reviver, a evolução da história. Muitíssimo recomendado. Ah, para os que ficaram com a pergunta de quanto sai cada edição para compra, o valor é de US$ 1,99. (isso um dia vai acabar com o meu orçamento).

Para quem tá esperando para comprar um iPad, COMPREM LOGO! =]

Sinalização de vias.

Uma cidade pode gerar renda para os cofres públicos municipais por meio da visita de turistas que chegam à cidade e torram seu rico dinheirinho, certo? Para isso, além de muitos outros itens necessários, a cidade deve estar bem sinalizada indicando os pontos turísticos principais, concordam?

Pois bem! Este post surgiu quando eu, vindo de Icoaraci (Belém/PA), ao entrar na avenida Dalcídio Jurandir, avistei uma placa sinalizando “Aeroporto” e “Hangar” com a mesma seta direcional para frente. Ok! Até aí, sem problemas. No final da bendita avenida acima citada, existe dois caminhos que podem ser seguidos: um para a direita, em direção ao aeroporto internacional de Belém (Val de Cães), e outro para a esquerda, em direção ao centro da cidade. Pois justamente no final dessa avenida, havia uma outra placa indicando o “aeroporto” para a direita e “centro” para esquerda. E o “Hangar”????

Como sou morador de Belém, sei que o Hangar fica em direção ao centro da cidade. Mas e se (sempre o “e se”) eu fosse um turista, que estivesse me locomovendo na cidade e estivesse me situando por meios das ditas placas de sinalização? O que eu faria? Pra onde eu iria? Provavelmente perderia tempo e paciência pegando a direção errada.

Isso é um pequeno aspecto do marketing de uma cidade. A devida sinalização dos pontos turísticos da cidade para que os turistas, e os próprios moradores, possam se locomover. Esse foi um exemplo apenas. Vocês tem outros exemplos na própria Belém ou em outra cidade?

Gestão de crises.

Quando está tudo planejado. Quando todas as ações estão indo como você colocou no planejamento. Quando tudo está indo as mil maravilhas. A crise chega! Um evento não imaginado, um acontecimento não esperado, um fato não colocado em teste, qualquer coisa que lhe faça sair dos trilhos. O que fazer?

Estamos presenciando uma das grandes tragédias acontecidas no Brasil, as enchentes e deslizamentos de terras no sudeste que ceifaram a vida de centenas de pessoas. Estamos vendo a dificuldade dos órgãos responsáveis em salvar as pessoas, como bombeiros, defesa civil. Estamos vendo a dificuldade de ter um plano grande para uma tragédia de proporções nacionais. É difícil! Toda a sociedade está mobilizada, seja em oração, seja ajudando as vítimas dessa tragédia.

O que quero com esse post é mostrar, dentro de uma organização, como um planejamento de crise pode ser útil para eventos catastróficos desse tipo. O que vocês acham que deve ser feito? Cortar custos? Investir mais para sair da crise? Parar de funcionar e se voltar para a correção do que está errado? O que acham?

Na minha opinião o que deve ser feito é o seguinte: um planejamento que explore várias possibilidades, tanto positivas quanto negativas. Os famosos cenários de negócios. É impossível que um planejamento consiga abarcar todas as posibilidades que podem ocorrer, caso fosse assim, nem sairia do papel, mas a exploração de várias possibilidades reduz o risco. Não sou a favor de corte de custos quando acontece uma crise, pelo contrário, sou a favor de ser investido mais, só que de maneira mais focada, mais centrada naquilo que é extritamente essencial. O corte de custos é pedratório para esse momento crítico, ele deve ser feito quando tudo está indo as mil maravilhas, pois quando acontece a crise, a organização precisa de suporte, principalmente financeiro, para se manter. Não falo só de organizações privadas, as ditas empresas, órgãos públicos também entram nesse quesito, ou acham que os países que quebraram na crise econômica mundial estavam guardando seu rico dinheirinho pensando em uma catastófre?

Minha opinião, em uma crise, é essa: investir no extritamente essencial. Naquilo que sustenta a organização. Para que depois de passada a crise, as coisas possam voltar ao seu curso normal, com investimentos mais pulverizados.

O que acham? Se sua empresa estivesse em crise, o que faria? Se sua vida entrasse em crise, o que faria? Se o órgão público em que você trabalha entrasse em crise, o que faria?

Uma imagem vale mais que mil palavras?

Notícias recentes dão conta da mudança da logomarca da famosa Starbucks. A partir de março deste ano a marca da maior rede de cafeterias do mundo estará de cara nova. Eu realmente não entendo essas mudanças de logomarca. Umas fazem apenas um Ctrl C + Ctrl V de alguma marca desconhecida e colocam cores novas. Outras, como a da Starbucks, deram um pequeno zoom, retiraram os dizeres e deixaram apenas a imagem da sereia. Grande revolução, não?

Em 1971 a marca era da cor marrom e possuia dizeres de café, chá e especiarias (ou temperos). Em 1987 os clássicos dizeres, Starbucks Coffee, ficou imortalizado. Em 1992, a imagem da sereia foi redefinida e agora, em 2011, a marca da rede de cafeterias ficou somente com a imagem da sereia. Eu achei ruim, pois o que foi imortalizado foi o círculo com os dizeres clássicos: Starbucks Coffee.

Eu não gostei, e vocês?

Fonte: Época Negócios

Fidelidade. Isso existe?

Lendo o texto do Sucesso News sobre fidelização de clientes. Faço algumas perguntas a vocês: você é fiel à uma marca /empresa? O que o leva a ser fiel a essa marca / empresa?

Minha experiência pessoal  como cliente e como gestor me mostra várias perspectivas. Como cliente sou fiel à qualidade do produto e ao atendimento da empresa. Como gestor percebo a fidelidade dos clientes, dependendo do setor de atuação da empresa, muito ligado a atendimento e preço. E vocês?

“Ganho muito pouco para escutar reclamações”

Foi essa frase que escutei de uma conversa entre dois funcionários em uma empresa em Belém. A partir dela faço-lhes uma pergunta: o que você faz para ganhar mais? O que você faz para ser melhor valorizado? Que cursos de aperfeiçoamento está fazendo? Se interessa só pelo seu “mundinho” de tarefas no seu cargo dentro da empresa, ou tens uma postura pró-ativa para pensar na empresa como um todo?

É muito fácil reclamar da sua vida, de que nada dá certo, de que não sabes porque as coisas não melhoram, porque seu salário não aumenta, porque você não é valorizado. O difícil é estar se aperfeiçoando sempre, não se acomodar, fazer avaliação crítica de você mesmo, ter um olhar holístico dentro da empresa para que a partir daí as coisas possam melhorar. MEXA-SE!

Vocês estão parados?

De volta a ativa – Elogio e Crítica

Olha o blog de volta a ativa, gente! 2011 chegou trazendo esperanças renovadas para todos nós. Em meio aos últimos acontecimentos, reveillon, posse da presidentA do Brasil, posse dos governadores, resolvi administrar melhor essa bagaça aqui. Quero compartilhar com vocês opiniões sobre os fatos do mundo sob um olhar de administrador (ora, sou administrador, não? Pelo menos é o que aquele papel pendurado na parede tá dizendo). Então deixemos de blá blá blá e vamos ao que interessa…

Inspirado pelo post do Cases de sucesso faço uma pergunta a vocês: O que é crítica construtiva?

Imaginem-se em uma reunião apresesentando um novo projeto e alguém vem criticar o que você está falando. Como você gostaria que essa pessoa posicionasse suas ideias contra as suas? Daqui podem surgir inspirações para as reuniões de planejamento do governo e das empresas nesse ano de 2011, inspirações para as discussões da vida a dois, inspirações para discussões internas dentro da sua mente. Ou seja, para absolutamente tudo o que nos rodeia em que precisamos elogiar e/ou criticar.

O Rogério Martins no post do Cases de sucesso diz que crítica construtiva é balela. Que só será construtiva se quem tá recebendo a entender como tal. No exemplo dado no post realmente não me pareceu uma crítica construtiva, por todo o contexto desenvolvido e também pelo fato de que, a meu ver, o criticador não sugeriu novas ideias, melhorias e afins, somente apontou as falhas do projeto. Para mim, existe sim crítica construtiva, mas a pessoa que estiver criticando deve além de apontar as falhas, fornecer melhorias, sugestões, ideias para desenvolver o que esteja criticando. O que vocês acham?

Minha conclusão é de que as pessoas devem aprender, MUITO, a criticar e receber críticas.