Gestão de crises.

Quando está tudo planejado. Quando todas as ações estão indo como você colocou no planejamento. Quando tudo está indo as mil maravilhas. A crise chega! Um evento não imaginado, um acontecimento não esperado, um fato não colocado em teste, qualquer coisa que lhe faça sair dos trilhos. O que fazer?

Estamos presenciando uma das grandes tragédias acontecidas no Brasil, as enchentes e deslizamentos de terras no sudeste que ceifaram a vida de centenas de pessoas. Estamos vendo a dificuldade dos órgãos responsáveis em salvar as pessoas, como bombeiros, defesa civil. Estamos vendo a dificuldade de ter um plano grande para uma tragédia de proporções nacionais. É difícil! Toda a sociedade está mobilizada, seja em oração, seja ajudando as vítimas dessa tragédia.

O que quero com esse post é mostrar, dentro de uma organização, como um planejamento de crise pode ser útil para eventos catastróficos desse tipo. O que vocês acham que deve ser feito? Cortar custos? Investir mais para sair da crise? Parar de funcionar e se voltar para a correção do que está errado? O que acham?

Na minha opinião o que deve ser feito é o seguinte: um planejamento que explore várias possibilidades, tanto positivas quanto negativas. Os famosos cenários de negócios. É impossível que um planejamento consiga abarcar todas as posibilidades que podem ocorrer, caso fosse assim, nem sairia do papel, mas a exploração de várias possibilidades reduz o risco. Não sou a favor de corte de custos quando acontece uma crise, pelo contrário, sou a favor de ser investido mais, só que de maneira mais focada, mais centrada naquilo que é extritamente essencial. O corte de custos é pedratório para esse momento crítico, ele deve ser feito quando tudo está indo as mil maravilhas, pois quando acontece a crise, a organização precisa de suporte, principalmente financeiro, para se manter. Não falo só de organizações privadas, as ditas empresas, órgãos públicos também entram nesse quesito, ou acham que os países que quebraram na crise econômica mundial estavam guardando seu rico dinheirinho pensando em uma catastófre?

Minha opinião, em uma crise, é essa: investir no extritamente essencial. Naquilo que sustenta a organização. Para que depois de passada a crise, as coisas possam voltar ao seu curso normal, com investimentos mais pulverizados.

O que acham? Se sua empresa estivesse em crise, o que faria? Se sua vida entrasse em crise, o que faria? Se o órgão público em que você trabalha entrasse em crise, o que faria?

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Sobre Maick Costa

Stay hungry, stay foolish

Publicado em 20/01/2011, em Business. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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