O Homem do Futuro

Por que navegar pelo tempo nunca foi tão fácil.

Um brilhante cientista muito humilhado em seu passado, trabalha em busca uma nova fonte de energia. Porém, o experimento da nova fonte de energia o leva a uma viagem ao seu passado, no exato dia de sua grande humilhação. Quando percebe que tem a oportunidade de mudar seu futuro,  Zero (Wagner Moura) não hesita em fazê-lo. Porém, percebe que mexer no passado pode não trazer o desejado futuro.

Muita gente não gosta de filme nacional. Talvez seja pelas produções com finais esperados, ou pelo simples fato de ser nacional. O Homem do Futuro é um dentre estes novos filmes que demonstra a grande qualidade do cinema nacional, a começar pela qualidade de atuação e diversidade de Wagner Moura.

Vale dar uma olhada no Site Oficial.

O Homem do Futuro brinca de viagens no tempo, sem complicação, sem lero lero. E quando você pensa que o filme já acabou, ele ainda tá na metade. O que aliás, é ótimo!

Porém, forçar os mesmos atores do presente, serem os jovens de 20 anos antes, é meio complicado. Gabriel Braga Nunes com suas rugas enquanto faz seu papel jovem é meio complicado, e o papel de Alinne Morais sequer mudou algo durante 20 anos.

Mas, entre gagueiras, tapas na cara, e viagens no tempo, o que se fica pensando depois de ver esse filme é a frase “Somos tão jovens… Tão jovens…”.

Tempo Perdido, do Legião Urbana gruda na cabeça quando é cantada assim, como hino.

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Sobre Fernando Santos

Analista de filmes, motos, comidas.... Ah, e de Sistemas também =)

Publicado em 14/09/2011, em Cinema e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Que puta filme bom. Saí super orgulhoso do cinema por ter assistido um filme brasileiro com uma qualidade tão boa. Não precisamos fazer só filmes que retratem a violência urbana para ser tão bom. O roteiro não é novo, é muito fácil de identificar “Efeito Borboleta” na história do filme quando o personagem tenta voltar ao passado para corrigir o curso de sua vida, tudo por causa da mulher amada. Mas aí é que o filme surpreende: o toque cômico brasileiro e a GENIALIDADE do Wagner Moura. E o casamento, como você mesmo comentou, de “Tempo perdido” como trilha do filme foi perfeita e realmente gruda na cabeça.

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