Arquivo mensal: outubro 2011

Atividade Paranormal 3

É susto na certa!

 

Katie e Kristi, personagens dos dois filmes anteriores, ainda estão crianças quando sua mãe Julie e seu companheiro Dennis percebem que uma delas possui uma entidade como amiguinho.

Como disse no início, mesmo que você já tenha visto os dois primeiros filmes, e até o filme Atividade Paranormal Tókio, não vai evitar levar uns bons sustos. A agonia em saber se vai levar um susto e procurar algo fora do comum nas cenas continuam, e em algumas delas até mais intensas. O diferencial dos filmes anteriores são os diálogos cômicos que, nos anteriores parecia não existir e neste rejuvenesce dando mais uma força ao filme de formato já conhecido (e assim cansando).

As cenas de tensão, famosas do filme, ficam de certa forma melhores. Derivado supostamente pelo conhecimento em manusear e enquadrar as câmeras pelo criativo Dennis. Ele idéia dele de usar o ventilador deu um diferencial bem legal neste episódio.

Porém, particularmente senti que faltou algo no final. Ainda não decidi se achei fraco ( bem mais fraco que o final de AP 2), ou se faltou algumas perguntas serem respondidas. Talvez sejam as duas coisas afinal. E como um diretor da Paramount já falou que “não vê o porquê de não se fazer mais Atividade Paranormal”, essas perguntas possam ser respondidas no próximo capítulo da série assim como esse respondeu logo de cara algumas pontas soltas dos filmes anteriores.

Veja e Globo atacam. Na mira, Orlando Silva.

O caso do Ministro dos Esportes, Orlando Silva (PC do B), me lembra muito um caso bem antigo, registrado no livro mais vendido de toda a história: A Bíblia. O caso em questão é o da mulher adúltera que, diferente do Ministro (que foi acusado sem provas), foi pega em flagrante e levada à presença de Jesus pelos Escribas e Fariseus. Na ocasião, lhe foi informado de que, pela Lei de Moisés, a mulher deveria ser apedrejada. De pronto, Ele respondeu: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro que lhe atire pedra…”. Não restou um.

Como no “caso da mulher adúltera”, Orlando Silva está sofrendo o apedrejamento (moral) que era indicado pela “Lei de Moisés”, contudo, diferente do que houve com a mulher, que foi pega em flagrante, contra Orlando não existem sequer provas, apenas falácias de uma revista conhecida nacionalmente por propagar mentiras e uma emissora de TV que apoiou (e cresceu graças) a ditadura militar.

Além de tudo, o autor das denúncias (repito, sem provas) contra o Ministro é um soldado que foi preso, em 2008, pela Operação Shaolin, que flagrou desvios de recursos do Programa Segundo Tempo, o mesmo que ele usa para acusar, sem provas, o Ministro. É como ser preso por roubar um celular, e acusar o fabricante do aparelho pelo fato.

Roberto Marinho e General Figueiredo. A Globo e a Ditadura de braços dados.

Não é a toa que, por vezes, a hashtag #VejaMente lidera os assuntos mais comentados (TTs) do País (quando não do mundo) no Twitter. Seus colunistas são verdadeiros “propagadores de buchicho”, selecionados entre fracassados escritores, profissionais mercantis da educação e jornalistas aposentados, que servem cegamente aos interesses sórdidos de empresários e políticos ricos e poderosos – que em troca- anunciam amplamente na “revista”.

Como se não bastasse, as falácias manipuladas e difundidas pela Veja são endossadas pela emissora da Ditadura, a Globo. E, pasmem, a hashtag #GloboMente também costuma estar presente entre os temas mais comentados do twitter, e em protestos realizados  (aqui e aqui).

E esta dupla dinâmica, formada pela Veja e pela Globo, costuma se unir para desqualificar a Esquerda Brasileira, bem como os Movimentos Sociais e tudo o que contraria os interesses dos grandes e podres empresários e políticos sujos (não generalizo, me refiro ao sujos, que são muitos). Quem nunca viu uma manchete acusando o MST de ser o pior dos males do Brasil? E quando você viu esses mesmos meios de comunicação falando sobre as ações do movimento com os trabalhadores do campo? Ou das centenas de assentamentos que acolhem centenas de milhares de famílias? Acredito também que nunca os ouviu falar sobre o Sistema Escolar Nacional do MST, que já fez mais pela alfabetização do País do que todos os programas do Governo.

São esses meios de comunicação, embasados em uma acusação sem provas de um ex-preso, que agora apedrejam moralmente o Ministro dos Esportes que, dentre outras coisas, vinha lutando contra os desmandos da FIFA, principalmente no que tange ao Direito a Meia Entrada nos jogos da Copa aos milhões de estudantes do País.

E há os que acreditam que tudo isso não passa de uma armação da própria FIFA para “mandar um aviso” ao Governo, que está batendo de frente com seus desmandos. Isso não me surpreenderia se fosse verdade, não seria incomum.

Como não sou Juiz de Direito, não posso julgá-lo inocente ou culpado, embora TODOS sejamos inocentes até que se prove o contrário (de acordo com o princípio da presunção de inocência), mas levar em consideração uma denúncia difundida pela Veja e pela Globo é demais.

Não leia a Veja, não assista a Globo. TEMOS QUE DAR UM BASTA NA DITADURA DA MÍDIA!

Democratização dos meios de comunicação JÁ!

Agradecimento: @LaroldoRibeiro

Gigantes de Aço

Um filme que relata a história de um pai, que nasce DEPOIS do filho!!!

 

Num futuro próximo, a sede de sangue dos humanos força os esportes de luta a ir a um novo nível. Adicionando ao caldeirão, com o avanço da robótica, temos o ingrediente que faltava: robôs. Mais precisamente, robôs boxeadores. Charlie Kenton (Hugh Jackman) é um treinador de robôs (se é que pode ser chamado assim) em decadência, levando seus lutadores para o combate no submundo. Charlie então descobre que possui um filho de 11 anos que, ao descobrir o que o pai faz, se junta a ele com o objetivo de alcançar o sucesso.

Particularmente acho que esse é o primeiro filme que vejo do Hugh Jackman fazendo algo errado. E quando digo errado, digo realmente errado. Charlie é irresponsável de várias formas, até conhecer seu filho de 11 anos, Max (Dakota Goyo, fazendo seu papel muito bem) que (acredite) literalmente bota o ex-boxer nas cordas. Mas o toque cômico sutil faz com que o desenrolar da relação destes dois não canse junto à dose de adrenalina das lutas, que chegam até a empolgar algumas pessoas.

Atom, o robô encontrado por Max é o responsável pelo crescimento na carreira dos dois. Uma pena, aliás, por que o nome dele deveria ser Rocky. Mas vamos ficar quieto quanto a isso. (editor dando um mega sorriso ao ler isso).

"Toma isso! Seu monte de ferro retorcido!" hmm, tááá.

Mas o que tem mesmo neste filme é óleo jorrando. E como todo mundo é fã de ação, ninguém reclama dos robôs se socando, amassando e se despedaçando. Logo, Gigantes de Aço cumpre seu papel de entreter a quem vai ao cinema.

Os Três Mosqueteiros

Nem preciso explicar a história deles, preciso?! Dos três, que não são três, são quatro? Ah…

 

D’Artagnan (Logan Lerman), com um penteado que ainda não consegui descrever, é um jovem espadachim com objetivo de se tornar um mosqueteiro, assim como seu pai um dia foi. Ao chegar a Paris, acaba conhecendo de forma rápida e imprudente, Athos (Luke Evans), Porthos (Ray Stevenson) e Aramis (Matthew MacFadyen). Estes, acabam se juntando para terminar com as armações do Cardeal Richelieu (Christoph Waltz), que comanda Milady (Milla Jovovich) e Rochefort (Mads Mikkelsen) para então tomar o poder de um rei bobão.

E o que mais tem neste Os Três Mosqueteiros é espada voando em direção ao público, o que de fato fica bem legal nas cenas de combate. Porém, o que tem, até demais, neste filme são explosões e malabarismos dignos de um belo Popcorn movie dos tempos modernos. Aliás, quem ia imaginar nesta época existir navios que navegam… os ares(??)

"Um por todos! Todos por COF cof cof...."

Reviravoltas e cenas de alívio cômico estão bem mais freqüentes neste do que em muitos outros filmes de ação. A maioria destas cenas são de responsabilidade do Porthos e Planchet, servo dos mosqueteiros. Ray Stevenson, aliás, anda se especializando em “coadjuvantes cômicos”. Fez papel parecido em Thor e Roma, sendo este muito bem feito.

O Diretor Paul W.S. Anderson parece que gosta de ação, destruição, batalha, tiros, gritos de coragem e glória e tudo mais, mas deixa um quê da história ausente. Ele tanto gosta de estripulias que bota sua mulher (Milla) pra fazer malabarismos estranhamente parecidos com Resident Evil, ao qual já produziu a série toda. A diferença? Essa parte se faz diferente entre sexos: As mulheres vão ver o cabelo, os vestidos e espartilhos que Milady usa. Já os homens vão olhar pra outras curvas… Curvas que o próprio diretor gosta… ENFIM, não vamos nos ater a estas partes.

Para evitar a tomada de poder do cardeal, uma vingança sobre um coração partido, máquinas de guerra, glória, proteção do rei e sua rainha, e claro o amor de uma dama, Os Três Mosqueteiros nos dá uma aventura agradável de ver. Os olhos menos críticos aproveitem a trama, o visual moderno e para alguns o atrativo 3D e claro a diversão. Diversão que, fica tão claro quanto a luz ao final do filme, se depender deles haverá mais continuações aí. Provavelmente na esperança de que seja mais uma franquia de sucesso. Mas pra ser uma franquia de sucesso, ainda precisa melhorar em alguns aspectos.

Bom filme!

Delorean DMC-12 EV

 Lembrou? Tá sonhando como eu estou? Vamos chamar o Einstein e voltar para 1955? Ou 2015? Ou 1885? Em 2013 isso poderá ser uma quase realidade. A DeLorean Motor Company of Texas, companhia especializada na restauração e modernização do Delorean, está em negociação para dar ao DeLorean um motor elétrico com potência de 260 cavalos e velocidade máxima de até 200 km/h. Até lá eu construo um capacitor de fluxo. Só quero que venha com uma bateria de 1.21 Gigawatts.

Perdoem-me leitores, mas meus olhos estão brilhando com a possibilidade de um dia ver esse carro nas ruas. Não poderei ter um (alguém tem US$ 100.000,00 pra me dar?), mas só de estar ao lado de um eu já estaria feliz *-*

Vi no Techzine

Tem mais Delorean para você! Em Dezembro vai ter um leilão em prol da Fundação Michael J. Fox, entidade que arrecada fundos para pesquisas sobre o Mal de Parkinson, que acomete Fox. O Delorean e muitos outros objetos vão à leilão. O Delorean que vai à leilão é o último que aparece na parte III da trilogia “De volta para o futuro”. Aquele que vai para 1885. A avaliação está entre US$ 400.000 e US$ 600.000 (alguém tem?).

Vi no Autoesporte

Divisão do Pará: A quem interessa?


No dia 11 de Dezembro de 2011, todos os Paraenses irão às urnas para decidir sobre a possível divisão do estado em 3: Tapajós, Carajás e o Pará remanescente, o menor dos 3. Mas, na prática, a quem interessa esta divisão?

Particularmente, sou contrário à divisão do Pará, por entender que criaria um dispêndio muito alto para a União e a administração desses dois novos estados ficaria à cargo das pessoas com grandes recursos da região, como infelizmente funciona a política em nosso país.

Acontece que, o Sul do Pará, onde seria localizado o novo estado do Carajás, é uma região marcada por conflitos agrários e pela morte de lideranças que lutam pelo direito à terra, pela reforma agrária ou por qualquer outra luta que contrarie o interesse dos grandes proprietários de terra da região, à exemplo da Ir. Dorathy Stang, assassinada em 2005.

Entendo que a região precisa URGENTEMENTE de políticas públicas voltadas à divisão de terras, não podemos, em hipótese alguma, permitir que a administração pública da região fique nas mãos desses grandes proprietários. No entanto, este momento de discussão deve servir para refletirmos sobre as reais necessidades da região.

Ademais, de acordo com o Prof. Cloves Barbosa, o interesse pela divisão “É uma fração da classe composta pelas pessoas que exercitam o agronegócio. A razão para isto é que as exportações brasileiras vêm enfrentando uma série de restrições, principalmente da região do euro, que é composta de boa parte de pessoas que são sensíveis às questões ecológicas e fitossanitárias”. E explica: “Estes agentes poderão dizer que no estado de Carajás não existem mais remanescentes de floresta nativa, e que a região é de pastagens e de extrativismo mineral. Trata-se, portanto, de um negócio puramente burguês”

Acredito que esta foi uma jogada dos grandes proprietários de terra do nosso estado e de outros interessados pelo Brasil a fora e, se sair do Papel, fará com que todos tenhamos que repensar e reforçar a luta por igualdades no campo.

DIGA NÃO À DIVISÃO DO ESTADO DO PARÁ, DIGA SIM PARA MAIS SEGURANÇA E REFORMA AGRÁRIA NO SUL E SUDESTE DO ESTADO! NÃO AOS ASSASSINOS DO CAMPO!

Facebook x desempenho acadêmico

Estudo publicado na Computer Human Behavior analisou 1839 estudantes e a relação de uso do facebook com as notas na escola (escola? Tu é velho, hein?). Existe uma relação de diminuição das notas com o aumento do uso do facebook, mas o resultado não é significante na vida real, apesar de ser significante estatisticamente. Mais precisamente, a nota diminui 0,12 a cada aumento de 93 minutos além da média de 106 minutos por dia. Ou seja: a nota vai diminuir de 8,0 para 7,82 se você usar o facebook mais de 3 horas por dia.

O problema não está em usar ou não o Facebook (e outras redes sociais virtuais) e sim em como usar. Se você deixar o Facebook interferir nos seus estudos, certamente terá desempenho acadêmico menor. Se você usar o Facebook para compartilhar links de interesse de seus colegas sobre a aula de hoje, certeza de que seu desempenho poderá ser melhor (a cada vez que você ensina, você aprende mais). O próprio professor da Universidade da Pensylvania Lock Haven, Reynol Junco, organiza grupos no Facebook para cada uma de suas classes para que a discussão em sala de aula continue online. Esse é o caminho!

Você, como aluno, utiliza o Facebook para o aprendizado?

Você, como professor, utiliza o Facebook para o ensino?

Vi no Mashable

Empresas e redes sociais

As marcas devem estar presentes nas redes sociais, mas sem serem frias e comerciais, e sim dispostas a dar a cara para bater.

Genaro Galli, coordenador dos cursos de pós-graduação da ESPM-Sul e palestrante da HSM Expo Management 2011

As empresas não devem utilizar as redes sociais para uma comunicação de mão única. As redes sociais devem ser utilizadas para interagir com os consumidores (seguidores, fãs, leitores e afins). Interagir, conversar. Isso é fundamental para entender o comportamento do consumidor. Entender suas necessidades e quem sabe até prever necessidades futuras. As empresas tem receio porque, com as redes sociais, o peso da balança de barganha saiu das mãos das empresas e passou para as mãos do consumidor. Pesquisas recentes no Estadão e na Folha deram conta de que reclamações no twitter são mais eficazes que o Procon. 8 mil vezes mais eficaz! É disso que as empresas tem medo. Essa “força” do consumidor que expõe as deficiências das empresas a todo mundo.

Assumindo um outro ponto de vista, as empresas tem de utilizar isso para um processo de melhoria contínua muito mais forte, muito mais eficiente. Com as redes sociais a empresa consegue fãs verdadeiros. Com as redes sociais a empresa conversa de verdade com os consumidores. As empresas tem de sair do seu pedestal, tornarem-se humildes (lógico, sem fazer TUDO o que os clientes querem, porque tem cliente que vai utilizar essa “força” e ser desleal) e serem cada vez mais competitivas.

Leia mais na HSM

Garçon, me vê uma Kirin bem geladinha

A empresa japonesa de cervejas Kirin desembolsou cerca de R$ 4 bilhões pelo controle acionário da cervejaria brasileira Schincariol. Um movimento contrário ao que estávamos acompanhando com outras empresas brasileiras sendo players mundiais importantes, como Vale, Ambev, etc. O controle acionário da cervejaria brasileira está em uma disputa judiciária onde havia uma liminar que suspendia a compra de 50,45% das ações dos majoritários da Schin pela companhia japonesa.

Essa liminar foi suspendida na terça, 11/10, porque os minoritários da Schin, mesmo possuindo preferência de compra, não efetuaram o depósito similar ao oferecido pela Kirin (RS$ 4 bi). Os japoneses dizem que irão manter os acionistas minoritários em posição estratégica (vai saber até quando, não é?). Lógico que essa disputa judicial ainda vai longe. Aguardamos novos capítulos…

Enquanto isso, será que veremos Kirin nos bares?

 

 

 

 

 

 

Vi no Meio&Mensagem

1 BILHÃO DE PESSOAS

Google divulgou pesquisa onde mostra que 20% das pessoas NO MUNDO que possuem um celular, acessam internet por meio de seus aparelhos. A internet no Brasil, nos celulares, cresceu 60% em quatro meses. Caminho sem volta? Nossos “celulares” serão (ou já são) nossos principais gadgets. Daqui a pouco vai substituir a carteira com pagamentos eletrônicos via celular (no Japão, Visa está testando pagamento de metrô com o celular), vai substituir a nossa identidade, vai substituir ferramentas de trabalho (muitos e-mails já são enviados diretamente do celular), vai substituir carrinhos de compras. E por aí vai…

Qual será a próxima revolução mobile?

Inspirado no MundoBit 1 e MundoBit 2