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Feedly absorve geral e vem com tudo por aí!

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Olá amigos , tudo bem?

Se você usa RSS provavelmente usa algum aplicativo para agregar seus RSS, acertei? Dã! Lógico, né? Google Reader é quase um morto-vivo e existe a chance de você usar algo que integre mobile, tablet e desktop, correto? Conhece o Feedly? Eu recomendo e tenho a coragem de dizer que ele pode mudar sua vida. Explico:

Confesso que eu usava o finado Google Reader, mas desde que fora anunciado a morte do serviço percebi que,além de mim, muita gente ficou meio que sem saber pra onde ir com seus feeds RSS.

Para se ter uma ideia, só foi sair o decreto da morte do Google Reader que o Feedly ganhou 500.000 novos usuários e começou a trilhar seu caminho para se tornar um verdadeiro gigante do RSS como? O Feedly vai se integrar com os apps Reeder, Nextgen Reader, gReader, Press e Newsify até o fim do mês.

Esse foi o fato que me fez apaixonar pelo leitor de RSS. Essa absorção de vários API’s já consolidados tem tudo para deixar o Feedly ainda mais fluido e amigável.

E tem mais, ouvi falar foi que, visando deixar as coisas mais fácies para quem vem do GReader, o Feedly transformou sua API em uma espécie de clone da API do Google Reader, e tudo indica que o mesmo acontecerá com os apps. O que nós ganhamos com isso? Estabilidade multiplataforma, eu espero.

Hoje, já existe a possibilidade de você segmentar por conteúdo de interesse ( como em qualquer leitor RSS), mas o que promete ser o grande diferencial deles será o seu próprio app incluindo busca, compartilhamento em grupo, tornando o mais rápido tanto em desktop quanto em mobile.

E você, o que acha do Feedly? Prefere outro?

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Gerenciador financeiro pessoal

Voltando às atividades bloguísticas. Vamos logo ao que interessa. Você gosta de gerenciar suas finanças pessoais? Ter o controle do seu saldo bancário, seus cartões de crédito, suas poupanças, seus investimentos, o que tem na carteira? Gosta de saber por qual “ralo” seu rico dinheirinho está se esvaindo? Então seu objetivo é, como eu, encontrar um gerenciador para ajudar nas finanças pessoais.

Já testei vários métodos de controle financeiro, desde caderninho (antes da “explosão” do mundo web. Sim, quando adolescente anotava os meus gastos em um caderninho), planilhas em excel, bloco de notas para as despesas diárias, e vários outros métodos. Com a chegada dos smartphones, vieram os aplicativos. E nesse quesito, também já testei vários. Hoje estou com o MoneyWiz.

O Moneywiz é um aplicativo para iphone, ipad e mac para ajudar você a gerenciar suas finanças pessoais. Um dos grandes problemas nos gerenciadores financeiros e nos nossos controles diários são os pequenos gastos do dia-a-dia. Aqueles R$ 5,00 que você comprou um refrigerante; R$ 10,00 que você tirou da carteira para pagar o estacionamento; Aquele lanche da tarde, e outros são os pequenos gastos que geralmente não controlamos e por onde o dinheiro se esvai rapidamente sem percebermos. O que é necessário então que os gerenciadores financeiros pessoais tenham? Sincronização rápida e funcional e uma interface simples, para que você possa adicionar um gasto do dia-a-dia de maneira rápida e que depois, ao abrir o notebook, esteja tudo lá para uma análise mais acurada.

Vários outros aplicativos que testei tinham na sincronização um dos grandes problemas. Precisavam de uma sincronização manual para que os dados do celular fossem para o notebook e vice-versa. Com uma conta na nuvem, isso não é mais necessário. No Moneywiz a sincronização é um dos pontos que mais me agradou. Rápida! E sem precisar de acionamento manual.

O outro ponto que destaquei como altamente relevante: a simplicidade da interface. Você pode criar várias contas (caixa, banco, cartões, poupança, investimento), criar orçamentos e controlar o quanto você já gastou e o quanto você pode gastar em determinada categoria, gerar relatórios de categorias e agendar receitas e despesas para não perder a data de uma conta ou para programar a data de recebimento do seu salário ou outras receitas. Um aplicativo bem intuitivo e com uma interface atraente.

Como ponto negativo, ao agendar uma receita ou uma despesa e se uma dessas acontecer antes da data programada a baixa da despesa ou da receita fica com a data registrada e não do ato, mas isso não interfere em nada. O Moneywiz tá na AppStore. E por aí, qual aplicativo estão usando?

Cheguei! – Check-in automático

Todos conhecem o foursquare, correto? Chegamos em um local e, caso seja de nosso agrado, damos check-in para informar aos nossos amigos que estamos naquele local. Um dia até pensei que o foursquare pudesse implementar uma função que me permitisse marcar quais os lugares que quero dar check-in automaticamente, sem necessidade de abrir o aplicativo e realizar o check-in. Na hora vem conflitos de privacidade. Muito bem, o Arrived permite que você faça isso.

Você seleciona os locais que deseja automatizar o check-in. Ao chegar no local, utilizando o gps do seu celular, o aplicativo realiza o check-in. Seus amigos receberão um sms, ou caso também tenham o alicativo, uma mensagem no próprio aplicativo informando da sua presença no local. Você pode também automatizar para quais amigos deseja enviar esse check-in, criando listas. Hoje cheguei no meu bar favorito. Quero avisar aquela minha ~galerinha~ que estou aqui. Pronto! Automaticamente você avisará.

E se você colocar esse aplicativo no celular do seu filho(a)? Deixar marcado para receber mensagem quando ele(a) chegar da escola, que tal? Um dos alpha testers utilizou o aplicativo dessa maneira para que fosse avisado quando a sua filha de 13 anos chegasse da escola em casa. Se o problema é privacidade, você pode alterar as configurações para não fazer check-in automaticamente e até dar pause em alguns amigos. O objetivo do aplicativo não é ganhar pontos, como o foursquare, e sim avisar da chegada nos locais à pessoas específicas.

O que acharam? Configurando direitinho, eu acho uma “mão na roda”. Principalmente quando mudar de cidade para avisar aqueles amigos daquela cidade que você chegou ~na área~.

Vi no Mashable

Portal – Live action short film

Conhecem o jogo portal? Aquele de ação/puzzle? Eu já conhecia, mas ainda não havia jogado. Aproveitei uma promoção na Steam e comprei logo o 1 e o 2. Começo a jogar e me perco nas horas. Gosto muito de puzzles e quando enfrento um que não resolvo facilmente, fico jogando até conseguir. Pois bem, lançaram um curta-metragem baseado no jogo. Ficou muito bom! Aproveitem aí…

Vi no Cinema com Rapadura

Preocupação com a sua imagem na web

Você, como aspirante a um cargo profissional, se preocupa com o que está disponível em seus perfis? Já falei aqui sobre outros casos de utilidade das redes, tanto acadêmica quanto profissionalmente. E você, como recrutador? Se preocupa com as informações que estão disponíveis do seu funcionário ou futuro funcionário?

Aquela foto do funcionário, na “baladinha” rodeado de amigos, cerveja lhe preocupa? Você, como funcionário está preocupado com as fotos? E todos os recursos de privacidade nas redes sociais virtuais para que nem todas as informações fiquem 100% expostas. Você as usa?

Lendo notícias de que estudantes temem que futuros patrões vejam o que está disponível por exemplo, no Facebook, me causa uma certa estranheza. Em parte, tem um grau coerente de preocupação. Aquela foto, “trêbado”, daquela festa, em que você está com uma cara de quem está sendo possuído pelo “demônho” realmente não deve ficar disponível para toda a web. Nem sua família ficará contente em lhe ver assim. Que dirá um futuro patrão. Mas aquela foto, tirada em roda de amigos, em torno de cervejas, normal de muitas pessoas deve sim, na minha opinião, ficar disponível. Ao menos mostra que você tem um mínimo de convivência social. Que sai para conversar. Interagir com as pessoas (no mundo real, ok? Não vale interação online). Acredito que isso é importante. Já participei de entrevistas onde me perguntaram o que eu gostava de fazer nos meus momentos de diversão. Respondi que gostava de sair com amigos, curtir um bom papo, uma cervejinha, um cineminha. Perguntei o porque dessa pergunta ter sido feita e para minha surpresa (ou não), a resposta foi de que a convivência social, um mínimo dela, é extremamente importante para o desenvolvimento profissional.

E você, funcionário? Está assim extremamente preocupado com o que está disponível na web? E você, recrutador?

Facebook x desempenho acadêmico

Estudo publicado na Computer Human Behavior analisou 1839 estudantes e a relação de uso do facebook com as notas na escola (escola? Tu é velho, hein?). Existe uma relação de diminuição das notas com o aumento do uso do facebook, mas o resultado não é significante na vida real, apesar de ser significante estatisticamente. Mais precisamente, a nota diminui 0,12 a cada aumento de 93 minutos além da média de 106 minutos por dia. Ou seja: a nota vai diminuir de 8,0 para 7,82 se você usar o facebook mais de 3 horas por dia.

O problema não está em usar ou não o Facebook (e outras redes sociais virtuais) e sim em como usar. Se você deixar o Facebook interferir nos seus estudos, certamente terá desempenho acadêmico menor. Se você usar o Facebook para compartilhar links de interesse de seus colegas sobre a aula de hoje, certeza de que seu desempenho poderá ser melhor (a cada vez que você ensina, você aprende mais). O próprio professor da Universidade da Pensylvania Lock Haven, Reynol Junco, organiza grupos no Facebook para cada uma de suas classes para que a discussão em sala de aula continue online. Esse é o caminho!

Você, como aluno, utiliza o Facebook para o aprendizado?

Você, como professor, utiliza o Facebook para o ensino?

Vi no Mashable

1 BILHÃO DE PESSOAS

Google divulgou pesquisa onde mostra que 20% das pessoas NO MUNDO que possuem um celular, acessam internet por meio de seus aparelhos. A internet no Brasil, nos celulares, cresceu 60% em quatro meses. Caminho sem volta? Nossos “celulares” serão (ou já são) nossos principais gadgets. Daqui a pouco vai substituir a carteira com pagamentos eletrônicos via celular (no Japão, Visa está testando pagamento de metrô com o celular), vai substituir a nossa identidade, vai substituir ferramentas de trabalho (muitos e-mails já são enviados diretamente do celular), vai substituir carrinhos de compras. E por aí vai…

Qual será a próxima revolução mobile?

Inspirado no MundoBit 1 e MundoBit 2

Envie seu currículo (Linkedin)

Não deve mais ser novidade para as novas gerações engajadas nas redes sociais virtuais ou mídias sociais (que são virtuais). Aliás, deveria ser regra para toda e qualquer contratação. Para quem ainda acha que não deve se preocupar com o que escreve na intenet:

Senta-se a mesa, o candidato, trajado adequadamente para uma entrevista de emprego. Com aquele nervosismo característico quando se depara com novos desafios. O responsável pela área de RH da organização traz consigo o currículo do candidato e o profile do Linkedin desse candidato. Fala ao candidato que leu o blog dele e comenta o quanto as redes sociais virtuais mostram quem nós somos.

Pronto! Está instaurado que o responsável pelo RH daquela organização leu/lê o que você escreve na internet. E agora? Qual a avaliação que você faz sobre o que você escreve na internet? Você é bem visto ou não? Qual a avaliação que as pessoas fazem sobre suas opiniões expostas na web?

No seu profile do Linkedin você posta sobre o que? Mantém seus dados atualizados? É recomendado por pessoas que já trabalharam com você? Você posta sobre a sua área de atuação? Você posta sobre áreas de atuação que você gostaria de trabalhar? Você conecta sua conta do twitter no linkedin? Fala besteira no linkedin ou usa ele como deve ser usado, profissionalmente? Mantém os contatos organizados ou somente é mais uma rede social virtual para não ficar de fora das novas ondas? Conecta o seu blog no linkedin? O seu blog reflete a sua área de atuação? Participa de grupos no linkedin? Interage com eles? Interage com grupos que abordam temas de seu interesse profissional? Não se engane, tudo o que você escreve será relevante um dia, em algum momento da sua vida. Tanto positivamente quanto negativamente. Você pode criar uma expectativa que não irá atender, ou “mostrar” alguém que realmente não és. Reflita…

Se eu estiver sentado do lado do RH de uma organização e você estiver concorrendo a um cargo em minha empresa, pode ter certeza que estarei com o seu profile do linkedin impresso em minhas mãos e terei, ao menos algumas vezes, lido o que você escreveu/escreve na internet (blog, linkedin, facebook, twitter e afins…). Isso será relevante para minha organização. Poderei conhecer mais o candidato. Poderei conhecer mais sobre você.

Você cansou das mídias sociais?

Vocês já devem ter visto posts e mais posts, tweets e mais tweets, comentários e mais comentários (facebook, linkedin e outros) sobre o levantamento realizado pela Gatner que mostra que o consumidor está cansado das mídias sociais, não é? Pois bem. A pesquisa mostra que há sinais de um “amadurecimento” no mercado de mídia social onde os usuários se mostram cansados. A pesquisa revela também características específicas dos usuários, em diferentes países, que ditam suas preferências. Não vou nem focar que entrevistaram pouco mais de 6000 pessoas, porque a questão levantada é interessante. As mídias sociais lhe cansaram?

Em tempo em que as mídias sociais vão anunciando cada vez mais usuários, com twitter batendo recorde de tuitadas, com foursquare batendo recorde de usuários no mundo, com linkedin alcançando 3 milhões de usuários no Brasil, dizer que as pessoas usam menos as mídias sociais do que quando entraram não parece, para mim, representar diminuição do uso. Pode representar um uso mais seletivo, menos empolgado. Mas pode ser consequência da criação de muitas outras mídias sociais (Google+ é tão mês passado. Vocês já tem o Heello?). Essa criação e a debandada das pessoas para as outras muitas mídias sociais mais novas me cansa. Isso pode até mostrar uma diminuição do meu uso, mas não que eu me cansei das mídias sociais. Pode ter certeza que uso de maneira menos empolgada as mídias sociais do que quando entrei, mas essa “diminuição” não representa, para mim, cansaço. E sim, melhor aproveitamento, uso mais inteligente.  Que as empresas precisam inovar cada vez mais isso não tenho dúvidas. A pesquisa também mostra a preocupação com a privacidade na divulgação de informações online como fator que diminui o entusiasmo com as mídias sociais. Além disso, a pesquisa mostra o seguinte: mercados de mídia social mais maduros (Reino Unido e Estados Unidos) apresentam aumento no uso de mídias sociais. Por quê? Coréia do sul (um país classificado como emergente) apresenta alto entusiasmo. Brasil e Rússia (que também são emergentes) apresentam diminuição do uso de mídias sociais.

A pesquisa mostra mais direcionamentos para outras pesquisas ao invés de conclusões (como muitos estão tratando a pesquisa). Qual o comportamento das pessoas que dizem que usam menos as mídias sociais? Quais as características que diferem os usuários de países maduros e países emergentes? Por que usuários na Coréia do Sul apresentam maior entusiasmo e países como Brasil e Rússia apresentam diminuição desse entusiasmo? 6000 pessoas é significante?

E você? Se cansou das mídias sociais? Perdeu entusiasmo? Usa mais as mídias socias do que quando entrou? Usa menos? Qual mídia social usa mais? Qual mídia social deixou de usar? Parou de usar uma mídia, e agora faz o que? O que acessa na internet?

Twitter, 200 milhões de tweets por dia

Em 2009, 2 milhões de tweets por dia

(como se cada brasileiro tuítasse 0,011 vezes por dia)

Em 2010, 65 milhões de tweets por dia

(como se cada brasileiro tuítasse 0,342 vezes por dia)

Em 2011, 200 milhões de tweets por dia

(como se cada brasileiro tuítasse 1,053 vezes por dia)

É impressionante o crescimento!

Impressionante!

Fonte: Twitter Blog