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O Homem do Futuro

Por que navegar pelo tempo nunca foi tão fácil.

Um brilhante cientista muito humilhado em seu passado, trabalha em busca uma nova fonte de energia. Porém, o experimento da nova fonte de energia o leva a uma viagem ao seu passado, no exato dia de sua grande humilhação. Quando percebe que tem a oportunidade de mudar seu futuro,  Zero (Wagner Moura) não hesita em fazê-lo. Porém, percebe que mexer no passado pode não trazer o desejado futuro.

Muita gente não gosta de filme nacional. Talvez seja pelas produções com finais esperados, ou pelo simples fato de ser nacional. O Homem do Futuro é um dentre estes novos filmes que demonstra a grande qualidade do cinema nacional, a começar pela qualidade de atuação e diversidade de Wagner Moura.

Vale dar uma olhada no Site Oficial.

O Homem do Futuro brinca de viagens no tempo, sem complicação, sem lero lero. E quando você pensa que o filme já acabou, ele ainda tá na metade. O que aliás, é ótimo!

Porém, forçar os mesmos atores do presente, serem os jovens de 20 anos antes, é meio complicado. Gabriel Braga Nunes com suas rugas enquanto faz seu papel jovem é meio complicado, e o papel de Alinne Morais sequer mudou algo durante 20 anos.

Mas, entre gagueiras, tapas na cara, e viagens no tempo, o que se fica pensando depois de ver esse filme é a frase “Somos tão jovens… Tão jovens…”.

Tempo Perdido, do Legião Urbana gruda na cabeça quando é cantada assim, como hino.

Apollo 18

Maick: Vocês repararam nas alterações do blog? Viram que o nome do blog mudou? Passou a ser “Que caixa?” para representar ideias “fora da caixa” em administração, política, ciência, internet e por aí vai. Além do nome, o blog alistou (através de pressão e ameaças) o meu amigo Fernando Santos, vulgo @nandosantos, para dar suas opiniões sobre cinema com filmes em cartaz ou não. E ele já está dando as caras por aqui. Recebam ele com palmas efusivas…

Fernando: Quem é que não gosta de uma teoria da conspiração, não é verdade?

A teoria do filme se baseia entre bases extraterrestres, tecnologias avançadas, perigos radioativos e biológicos.

Apollo 18 – A Missão Proibida, como foi chamado aqui no brasil, conta a história de uma missão, nunca oficializada pela NASA, à lua feita por dois astronautas com objetivo de espionar os russos. Porém, no decorrer da missão, esses começam a presenciar estranhos acontecimentos, nos mostrando o porquê de nenhum humano jamais ter ido à lua desde a Apollo 17, em dezembro de 1972.

Ao estilo “Cloverfield”, o filme (quem não estiver acostumado ou preparado, pode enjoar com os tremeliques da câmera dos astronautas) tem “um quê” de Atividade Paranormal, com toda aquela tensão de cenários vazios, esperando que algo vá acontecer. Algumas, de fato acontecem.

Mas a empolgação para por aí. (ATENÇÃO, CONTÉM SPOILER)

Não vá vê-lo se espera ver uma trama bem montada, efeitos visuais de alta qualidade ou algum ator conhecido. Lá pelo meio do filme você já esqueceu a história de cada um. Além do fato de algumas cenas serem meio fora da verdade. Meio forçadas, tipo: Por que não deram uma lanterna descente pro astronauta ao invés do que parece ser um flash de câmera? Ferramentas forçadas, deixam o filme cansativo.

Porém, pra que discutir coisa deste tipo, se muitas das pessoas que vão/foram ver este filme estão mais afim de curtir uma emoção diferente das comédias românticas? Se forem mais críticos que isso, terão problemas.

Como a própria trama, o filme é uma viagem. Mas que é sempre bom conhecer um outro ponto de vista da mesma teoria.

O site oficial: Apollo 18