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A marca de São Paulo

Uma marca para a cidade de São Paulo. Já que temos uma marca para o Brasil, porque não para uma cidade? O órgão de turismo da cidade de São Paulo – SPTuris estabeleceu o desafio de construção da marca. Os objetivos que a marca deveria atingir eram: valorizar diferenças, mostrar contrastes e respeitar culturas que transcendem a principal capital do Brasil.

O vermelho – MASP; O amarelo – Liberdade; O verde – parque Ibirapuera; Os azuis – Avenida Paulista e rios da cidade.

O que é mais importante, para mim, é que a cidade ganhando uma marca, deixa-se de divulgar esse ou aquele governo. Acaba-se com a mudança de cores a toda nova entrada de governantes. Um ponto muito positivo para a gestão pública que reduz gastos desnecessários. Sem contar que padroniza-se os investimentos turísticos em prol da cidade. Facilita a divulgação da cidade para a atração de turistas. Melhora a visibilidade. E ainda tem possibilidade de receitas com produtos licenciados. Curtiram a marca? Acredito que outras cidades mereçam isso, hein?

Fonte: Meio & Mensagem

Empresas e redes sociais

As marcas devem estar presentes nas redes sociais, mas sem serem frias e comerciais, e sim dispostas a dar a cara para bater.

Genaro Galli, coordenador dos cursos de pós-graduação da ESPM-Sul e palestrante da HSM Expo Management 2011

As empresas não devem utilizar as redes sociais para uma comunicação de mão única. As redes sociais devem ser utilizadas para interagir com os consumidores (seguidores, fãs, leitores e afins). Interagir, conversar. Isso é fundamental para entender o comportamento do consumidor. Entender suas necessidades e quem sabe até prever necessidades futuras. As empresas tem receio porque, com as redes sociais, o peso da balança de barganha saiu das mãos das empresas e passou para as mãos do consumidor. Pesquisas recentes no Estadão e na Folha deram conta de que reclamações no twitter são mais eficazes que o Procon. 8 mil vezes mais eficaz! É disso que as empresas tem medo. Essa “força” do consumidor que expõe as deficiências das empresas a todo mundo.

Assumindo um outro ponto de vista, as empresas tem de utilizar isso para um processo de melhoria contínua muito mais forte, muito mais eficiente. Com as redes sociais a empresa consegue fãs verdadeiros. Com as redes sociais a empresa conversa de verdade com os consumidores. As empresas tem de sair do seu pedestal, tornarem-se humildes (lógico, sem fazer TUDO o que os clientes querem, porque tem cliente que vai utilizar essa “força” e ser desleal) e serem cada vez mais competitivas.

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Campanhas matadoras

“E quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração?”

Já virou hit/viral o clipe/curta que a Agência Africa + O2 realizaram para a Vivo. Você já deve ter visto pulando na sua TL no twitter ou sendo compartilhado pelos seus amigos no facebook. O vídeo, no youtube, já conta com mais de 300.000 visualizações. Utilizando a música “Eduardo e Mônica” elaboraram uma peça que, na minha opinião é genial pois, não força a marca na sua cara, não tenta te empurrar produto, mas invariavelmente quando você escutar novamente a música, vai lembrar do clipe e, por tabela, da Vivo. O clipe reconta a história de Eduardo e Mônica nos tempos de conectividade total, utilizando os gadgets tão desejados pelos consumidores. Dessa forma, conseguiu com que fosse transmitida e retransmitida pelas pessoas espontaneamente. Esse é o segredo: algo mais forte que leva a marca “no embalo”. Vai para a minha lista de campanhas matadoras.